Apresentação

As árvores brasileiras nativas da minha imaginação
As árvores são individuais, como as pessoas

Local: TRT 4ª Região – Av. Praia de Belas, 1100 - Porto Alegre / RS   
Exposição: 30 agosto à 18 de setembro, segunda à sexta, 10h às 18h

Cresci ouvindo poesias serem recitadas por minha avó materna, que por anos nos brindou com sua sabedoria. Folhas Mortas, em especial, tenho certeza que ficou na memória de todos que a conheceram.

Reencontrei-a, imediatamente, nos versos de minha mãe, sem saber que já a tinha enxergado antes, nas “Árvores Brasileiras Nativas da Sua Imaginação”.

Sem perceber, comecei a pensar nos contos que minha filha Isadora já se interessava por escrever. Não pude deixar de me emocionar, ao ver o quanto este imenso bosque é parte constante das nossas vidas. De geração em geração, nos repetimos e nos renovamos, assim como as árvores o fazem, de estação em estação.

Nas entrelinhas das poesias de minha avó, nos quadros e versos de minha mãe, nas minhas próprias crônicas, nos contos da minha filha, consigo ler o que não foi escrito e vejo a história das nossas vidas.

Não são vidas incomuns, são como milhares de outras que crescem ao nosso lado no bosque, vidas permeadas de flores, espinhos, alegrias, tristezas, “folhas mortas”, renascimento, competições, vitórias , derrotas, mas, principalmente, vidas de muita luta, esperança e vontade de viver.

Venha passear nesse bosque!

Leia com atenção a história de cada árvore, como se estivesse lendo a sua própria história e verá que realmente As árvores são individuais, como as pessoas.

Ao final da minha leitura, nos descubro juntas nesse bosque, as quatro, e entendo que minha avó tinha razão: Há uma meta em nossas vidas.

Gisele Machado de Oliveira

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